sexta-feira, 26 de março de 2010

Via Sacra - Um dia de muita emoção


Realizou-se no passado dia 31 de Março, a 2ª Via Sacra realizada pelo Centro Social do Pego e em conjunto com as simpáticas senhoras que, todas as semana vêm até à nossa instituição para dar a "celebração da palavra" aos nossos utentes da valência de centro de dia.
Ao contrário do que aconteceu no ano passado, não convidámos nenhuma instituição para nos acompanhar neste acontecimento, mas sim todos os populares da aldeia que quisessem juntar-se a nós neste dia tão especial.
Tiveram presentes cerca de 60 participantes neste evento, incluindo utentes e populares. Todos puderam rezar em conjunto e, o mais importante de tudo,foi vislumbrar o afecto que os populares demonstraram para com os idosos, ajudado-os em toda a breve caminhada que se realizou no exterior das instalações. Muitos beijos e abraços e muitas palavras de encorajamento foram aspectos muito importantes para os idosos.
A todos as pessoas que se deslocaram até à nossa instituição a fim de participar neste evento religioso, o nosso muito, mas muito obrigado!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Projecto Unir Gerações - Tarde de Pintura


Desde início do mês de Janeiro que o Centro Social do Pego, conta com a contribuição de quatro jovens estudantes do ensino secundário do concelho, na realização de actividades de animação sócio cultural. Esta participação está englobada no projecto Unir Gerações da escola Dr. Manuel Fernandes, mais concretamente da disciplina de área de projecto, integrada no plano de estudo do 12º ano de algumas turmas.

Realizou-se no passado dia 21 de Janeiro, a 2ª actividade promovida pelo projecto Unir Gerações. Esta foi uma actividade de pintura sobre tela e teve como público-alvo os utentes da valência de centro de dia.
Participaram nesta actividade de grupo nove utentes. Dividiram-se os utentes em dois subgrupos e pintaram-se duas telas com desenho livre, reunindo as participações individuais de todos. Á parte, um outro idoso pintou individualmente uma tela mais pequena, também com um desenho á sua escolha. O resultado final foi bastante engraçado e ambas as telas mostraram que o trabalho de grupo é muito importante. Qualquer que seja a idade, o contributo de cada um de nós é essencial para chegarmos a um objectivo comum.

Psicologia - As reacções mais comuns das crianças e pré-adolescentes face à separação ou divórcio dos pais


A criança antes dos 5 anos:
- tristeza e medo do abandono;
- pesadelos;
- regressão (voltar a chuchar no dedo, a sujar-se, a exigir o biberão, a falar “à bebé”);
- culpabilidade (choros frequentes, morosidade, perda da vivacidade);
- perda do apetite e do sono;
- raiva (pontapés e socos, atirar objectos, dar mordidelas e beliscões noutras crianças);
- comportamentos de oposição tais como a recusa em ir para a cama, em obedecer, em arrumar os brinquedos;
- fantasia da reconciliação podendo manifestar-se através de súplicas, lágrimas ou pancadas dirigidas aos pais.

A criança dos 5 aos 7 anos:
- tristeza e desgosto perante a separação;
- medo do abandono e da perda do amor dos pais;
- sentimento de responsabilidade pela separação;
- tendência para querer substituir o lugar do progenitor que se foi embora;
- fantasia da reconciliação (ex. através da marcação de encontros entre os pais);
- sentimento de lealdade em relação a ambos os pais;
- raiva dirigida sobretudo ao progenitor que tomou a iniciativa da ruptura;
- sentimento de ser rejeitado pelo progenitor ausente;
- diminuição da capacidade de concentração;
- alterações nos comportamentos de socialização, na escola ou com os amigos.

A criança dos 8 aos 12 anos:
- tristeza;
- vergonha e desconforto relativamente à separação;
- raiva intensa dirigida sobretudo ao progenitor que tomou a iniciativa da separação;
- negação como forma de esconder o desgosto;
- sintomas físicos (ex. dores de cabeça, dores de barriga, má disposição);
- sentimento de lealdade em relação aos pais;
- diminuição da autoconfiança;
- sentimento de culpabilidade;
- recusa na participação nas actividades de rotina ou de lazer (ex. natação, ginástica).

Texto: Ana Filipa Pires (Psicóloga Clínica) anafilipa.abt@gmail.com

Sons da Manhã - Reflexão

Este mês decidi centrar a minha atenção numa experiência que está a deixar-me bastante surpreendido. Falo-vos dos “Sons da Manhã”, a actividade de Animação dirigida á sala de berçário, da nossa instituição.
Tem sido uma experiência fantástica, poder contribuir para que este público específico possa sentir novas emoções e sensações. Tocar para estes bebés é como se por momentos esquecêssemos o mundo lá fora e todos os problemas que dele advém. Por breves instantes recordamos toda a nossa infância e passamos a fazer parte integrante daquele cenário de nostalgia, alegria e paz.
Certas manhãs, quando a música tocada é um tanto ou quanto relaxante, a maioria dos bebés chegam mesmo a adormecer, deixando-nos a nós, adultos, com um enorme sorriso na cara e um ar de imensa satisfação, por estarmos a contribuir para o bem estar destes pequenotes. Também os estímulos provocados pelas melodias apresentadas nestas sessões já se começaram a notar. Palmas espontâneas, sorrisos, e até já houve dança para aqueles pequenitos que começam agora a dar os primeiros passos.
Os nossos bebés também já tiveram contacto com alguns instrumentos musicais, podendo assim experimentar novos sons e materiais.
Em tom de curiosidade, a situação mais engraçada que surgiu até hoje foi a de alguns bebés que estavam em silêncio enquanto tocava piano e, mal parava de tocar repentinamente começavam a chorar, mas, também já aconteceu o contrário. Enfim, o importante é contrariar velhos preconceitos de que os bebés, apenas necessitam da satisfação das necessidades fisiológicas, dado que é fundamental gerar emoções e sentimentos que possam contribuir para um crescimento afectuoso, saudável e estimulante, cheio de coisas boas.

Texto: Fábio Pires (Técnico Superior de Animação Educativa e Sócio Cultural).

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Atelier de pintura no Centro Social do Pego

NO passado dia 17 de Dezembro, o Centro Social do Pego organizou mais uma tarde de convívio. Convidámos os utentes do centro de dia de Alferrarede e e "vestimos a pele" de pintores por uns momentos.
Neste encontro foi realizado um pequeno atelier de pintura, onde se decoraram pequenas casas feitas em esferovite. Para além do convívio, que é ponto assente em todos estes encontros, através da pintura das casas, pretendeu-se ir ao encontro de um tema muito específico, ou seja, reconhecer as instituições particulares de solidariedade social como um abrigo, um conforto, uma família e uma casa.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Missão Cumprida. Troca de prendas de Natal.


Já é o segundo ano consecutivo que algumas IPSS do concelho trocam presentes de Natal.
No ano passado, trocaram-se árvores de Natal feitas propositadamente para a ocasião. Este ano, o objectivo foi um pouco diferente e, optou-se por se oferecer qualquer artefacto, desde que fosse elaborado pelos utentes das diversas instituições.
O Centro Social do Pego ofereceu ao Centro Social de Alvega 2 telas pintadas à mão e uma estrela em serapilheira. Ambos os presentes foram elaborados pelos utentes do nosso centro de dia. O presente que recebemos ficou a cargo do Centro Social e Paroquial de Rossio ao Sul do Tejo. Esta instituição ofereceu-nos um anjo feito em madeira, decorado em tons de dourado.
A todas as instituições, um Santo e Feliz Natal.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Animação Sócio Cultural - Actividades de linguagem na criança

Logo após o seu nascimento a criança tenta intencionalmente comunicar com as pessoas que estão em seu redor. Obviamente, que esta comunicação verbal e não verbal embora limitada, surge em consequência da necessidade que a criança tem de ver satisfeitas todas as suas necessidades.
O bebé começa a criar laços comunicativos com as pessoas que cuidam dele. Reage a determinadas vozes, ao contorno do rosto da pessoa que cuida dele, ás diferentes entoações de voz, aos gestos, enfim, o bebé pode interpretar facilmente determinadas acções humanas e responder ás mesmas gesticulando, sorrindo, chorando ou acompanhando com o olhar, etc.
(...)Visto a escola, ser um dos principais, senão mesmo o principal agente de socialização da criança, cabe ás instituições escolares e nomeadamente aos seus técnicos, trabalhar para uma integração precoce da criança na sociedade. A essa integração diz também respeito a aprendizagem linguística e todo o seu processo comunicativo. Deste modo, a educadora e a técnica auxiliar devem promover o diálogo entre o seu grupo de crianças.

Texto: Fábio Pires (Técnico Superior de Animação Educativa e Sócio Cultural).

Nota: Veja o artigo completo no nosso boletim On Line.

Carnaval 2018 - da preparação ao dia da festa

    Este ano, fizemos o entrudo com Reis e Rainhas. Era assim que se dizia, era assim que se fazia. Brincava-se ao entrudo. Da arca da roup...