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A importância do Jogo na criança

O jogo, quando bem orientado e utilizado para fins educativos, tem papel fundamental na infância e em todo o percurso educativo da criança. Através da brincadeira e do jogo, constroem-se pilares fundamentais que irão sustentar muitos comportamentos futuros na criança. Através do jogo a criança desenvolve as suas capacidades básicas e cria outras que até então não eram perceptíveis à primeira vista. A imitação, a estimulação da curiosidade, o espírito de equipa, a competição saudável, a motivação são apenas algumas características que são potenciadas na criança através do jogo.

Com o jogo, a criança experiência, descobre, imagina, aprende, estimula a curiosidade e a autonomia. Interagindo, aceitando e cumprindo regras sociais e culturais, acaba por aprender a conviver em grupo e a lidar com as frustrações sempre que não cumpre o objectivo de ganhar. Através da brincadeira, está a cuidar-se da saúde física, emocional e intelectual da criança. Pelo jogo, transporta-se a realidade para o mundo infantil, dando-lhe aspectos e características próprias. Quando brinca, a criança estimula a sua intelectualidade e sensibilidade. É muito importante que os adultos respeitem o “lúdico”, pois é aí que se encontra toda a “magia” que a criança precisa e tem direito a usufruir. Uma simples boneca de trapos, pode ser uma óptima companhia para a criança. Uma bola é um convite ao exercício motor, um quebra-cabeças desafia a inteligência e algumas peças de bijutaria fazem a menina elevar a sua auto-estima e auto-conceito.

Através da leitura de um livro, de uma história mais complexa ou de um conto tradicional, a criança pode e deve aprender todo o conhecimento cognitivo e/ou sensorial, que o livro lhe pode dar, isto é, a criança pode brincar com o livro, com as palavras, com as ilustrações, com os versos, etc. No jogo, a autonomia é extremamente importante para a criança, deixá-la “fazer algo”, poderá ser o ponto de partida para que, ela perceba que não depende do adulto para tudo e progressivamente se vá individualizando. Contudo, a presença do adulto desafia a criança a querer mostrar que sabe e que é capaz de jogar com alguém “maior do que ela”.

Desenvolvendo a crítica, que nem sempre é negativa, a criança aprende desta maneira a gerir os seus sentimentos e emoções.


Texto: Fábio Pires (Técnico Superior de Animação Educativa e Sócio Cultural)

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